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10 novembro, 2008

Top Ten do Cartoon

Os 10 melhores desenhos animados da história. Sob minha humilde visão, é claro!

Caverna do Dragão




Thundercats




Os Simpsons




Megas XLR




Snoopy




Liga da Justiça




Superamigos




As Meninas Super Poderosas




O Fantástico Mundo de Bob




Transformers




Doug




CatDog




Animaniacs




Gi-Joe




Tiny Toon




Eu juro que o propósito era selecionar os 10 melhores, porém achei 15 e não consegui eliminar nenhum deles.

Portanto, este é o único Top Ten com 15 itens!!

22 outubro, 2008

Top Ten do chororô

Por mais durão e insensível que você seja, ao assistir um desses 10 filmes abaixo sentirá no mínimo um nó na garganta e uma vontade que pelo menos uma lagrimazinha escape.

Tudo bem, depois você pode dizer que foi um cisco no olho...













Convém não estar em estado melancólico quando assistir qualquer um deles, pois o resultado pode ser catastrófico!
O uso de lenços é recomendável.

26 setembro, 2008

O ABC do Gre-Nal

Domingo, aqui no RS, é dia do maior clássico de todos os tempos e, inevitavelmente, lembramos de alguns pontos que são presenças certas na peleia. Resolvi organizar em ordem alfabética para facilitar. Vejam:





A de Ânimo
O ânimo é o diferencial deste clássico, pois sem ele não teríamos o espetáculo. Não veremos um dos dois times entrarem em um clássico desanimado. Nunca;

B de Bastidores
O Gre-Nal começa a ser jogado lá nos bastidores, quando uma semana antes é anunciado. Geralmente, são os dirigentes que polemizam, deixando os jogadores como coadjuvantes;

C de Confusão
Não há Gre-Nal sem uma confusãozinha sequer. Dentro, fora de campo ou até mesmo na torcida, sendo antes ou depois do clássico;

D de Disputa
Há muita disputa dentro e fora das quatro linhas. Os dirigentes com suas frases de impacto e os jogadores com suas atuações;

E de Escalação
São nelas que estão aqueles que vão nos proporcionar a emoção de mais um clássico. Podem vir com os times tradicionais ou com algumas surpresas, causando o chamado “nó tático”;

F de Faltas
A pegada, a força, a garra, a rivalidade habituais causam um jogo de muitas faltas. Apesar das muitas infrações, geralmente não é um jogo violento;

G de Gols
Geralmente não saem muitos, porém esses poucos sempre são lembrados devido à importância ou polêmica;

H de História
A história do clássico sempre é trazida a tona quando este se avizinha. Usa-se e abusa-se dos números e das estatísticas também a fim de adivinhar o que acontecerá no que está prestes a ser jogado;

I de Imprensa
O clássico não teria essa fama toda e nem haveria tantas repercussões se não fosse a imprensa com sua cobertura constante e suas notícias bombásticas. De acordo com os boleiros, é ela a responsável por determinar os heróis e vilões da peleia;

J de Jogadores
Os astros do espetáculo. São neles que depositamos todas as esperanças naqueles 90 minutos de pura adrenalina;

L de Local
O estádio é um fator determinante para onde gangorra penderá, influindo diretamente nas torcidas;

M de Marcação
Inegavelmente, é um jogo atípico, sobretudo na marcação. Não se pode afrouxar um segundo, passível de sofrer um gol fatídico;

N de Nervosismo
Está sempre presente de ambos os lados, contudo é preciso eliminá-lo para que não seja comprometida a desenvoltura do espetáculo. É necessário deixar todo e qualquer sintoma de nervosismo para a torcida;

O de Orgulho
Vestir a camisa de qualquer dos dois times é motivo de muito orgulho para qualquer jogador, devido aos muitos títulos importantes que somados chegam a 18, entre nacionais e internacionais;

P de Paciência
Tal qual um jogo de xadrez, o Gre-Nal é uma partida de paciência. De nada adianta jogar-se afoitamente para o ataque, pois pode ser surpreendido por contra-ataques mortais;

Q de Qualidade
Embora seja um jogo viril, o Gre-Nal não deixa de ser uma bela partida de qualidade com lances plásticos, jogadas de efeito e bonitos gols;

R de Raça
Durante os 90 minutos do clássico é preciso haver raça por ser um jogo de muita marcação, ânimo e disputas. Há quem diga que os jogadores muito “faceiros” não figuram em Gre-nais.

S de Surpresas
Geralmente vêm nas escalações dos times, na tentativa de confundirem o técnico adversário. Quase sempre são vistas com improvisações de jogadores, lançamentos de pratas da casa, mudanças de esquema ou estréias inesperadas;

T de Torcidas
Essas sim dão um espetáculo à parte, sobretudo a do mandante que em maior número engole a do rival. Contudo, quando o adversário está em vantagem a pequena torcida visitante parece multiplicar-se;

U de Único
Com todo respeito aos outros, o Gre-Nal é incomparável e sem dúvidas é o melhor clássico do mundo;

V de Vitória
Não há nada mais regozijante do que ganhar um Gre-Nal. Aquela sensação de superioridade perante o rival é extremamente satisfatória;

X de Xodó
O Gre-Nal é um eterno fabricante de xodós de torcida. É só fazer o gol da vitória, jogar com toda a raça que cairá nas graças eternas daqueles que gritam fervorosamente nas arquibancadas;

Z de Zebra
Apesar de nunca ter um favorito declarado, existe a zebra do clássico, sendo geralmente aquele com o time tecnicamente inferior ou pior classificado no campeonato. Há quem diga que a vitória da “zebra” arruma a casa e pode virar a gangorra.






Assim como nos outros 372 clássicos, estamos mais do que preparados para tudo isto.



E que vença o melhor!

22 setembro, 2008

Zagueiros: O mal necessário


Embora seja uma raça em extinção, ainda necessitamos deles. Não há time que perdure ou que seja vencedor sem um bom zagueiro. O Xerifão. Aquele que faz cara de mau até para o companheiro de equipe.
Zagueiros têm que ter cara feia, de preferência, parecer com marginais, andar com a barba por fazer e, se possível, arranjar uma cicatriz. Sim, uma cicatriz daquelas bem carnosas ajuda na hora de amedrontar os atacantes. Sérgio Manoel e Edmundo seriam ótimos zagueiros se não tivessem habilidade.
Habitualmente, gritam o tempo todo e com isso ganham a braçadeira de capitão de suas equipes, pois têm o poder de dar bronca até no técnico. Na preleção, rosnam devido às reminiscências de quando não eram escolhidos primeiro para os times pela falta de habilidade, salvo quando eram o dono da bola, porém isso os fazem rugir.
Bons zagueiros já entram em campo com um cartão amarelo na súmula, anotados para si pelo árbitro, pois é certo que reclamarão de toda e qualquer falta ou farão uma para tirar o craque do outro time de campo. Essa missão também é delegada por eles aos centro-médios, mas desta espécie trataremos em um outro dia.
Eles, os zagueiros, são a única espécie que não precisam se envergonhar ao fazer uma jogada grotesca ou dar um “Viva a São João”, pois são pagos para isso e o público espera que eles assim o façam.
Os donos das camisas 3 e 4, necessariamente, têm que dar o sangue pelo time, vide Hugo De Leon em 83 pelo Grêmio e índio pelo Inter em 2006, nas conquistas da América e Mundial, respectivamente. Também jogam quebrados e enfaixados como Beckenbauer pela seleção alemã em 70. Raça é seu primeiro sobrenome. Virilidade o segundo.
A raça dos quartos zagueiros e backs centrais começou seu declínio na década de 90 com o surgimento de jogadores nessa posição com muitíssima habilidade que matavam a jogada sem falta. Pasmem! Sem falta! Seres franzinos e donos de tamanha técnica que se aventuravam nas terras desconhecidas do “além - meio campo”, tais como: Gamarra e Cannavaro.
De tempos em tempos surgem surtos de rebeldia com movimentos de retorno dos senhores da área. Como são esporádicos, logo são contidos e caem no esquecimento como as tentativas de Junior Baiano e Materazzi, mais recentemente.
Hoje em dia, com a globalização a todo gás, os velhos zagueirões transformaram-se em stoppers e líberos, assim como os centro-médios viraram volantes, os laterais, alas, os pontas e os meias sumiram, dando lugar aos avantes e primeiros, segundos, terceiros e até quartos homens de meio campo.
Ainda lembro quando as zagas eram sólidas o suficiente com dois, apenas dois zagueiros que não ultrapassavam a zona imaginária da intermediária e uma linha de impedimento era bem comandada com apenas um grito de “Saiiiiiiiiiii!!!”.
E coitado de quem ficasse.

18 setembro, 2008

"O precursor da Liberdade"

Nada melhor do que “O Tempo e o Vento” do inigualável Erico Veríssimo para representar a Semana Farroupilha.

Relembremos o Capitão Rodrigo Cambará em sua chegada à Santa Fé:




No próximo post, confira um conto em homenagem à Semana Farroupliha e ao Imortal Erico Verissimo.

04 setembro, 2008

Eu sei o que vocês fizeram na olimpíada passada

Vai começar mais um filme de terror, protagonizado pelo Dunga e o escrete canarinho. É até uma heresia referir-me a esta seleção de hoje com tal alcunha, tão honrada e exaltada pelos times de 58, 62 e 70, porém prefiro assim a chamá-los de amarelões. Ainda não os definirei desta forma, pois para os amarelos ainda há o verde da esperança e para que isto também não pereça, alguns personagens de histórias infantis têm que deixar a Granja Comari.
Saída esta que foi pedida há alguns anos, mais precisamente em 1990, naquela fatídica partida em que o Maradona desfilou por entre o time inteiro do Brasil, sobretudo ao lado do Dunga, e a defesa deixou aquela loira de cabelos esvoaçantes passar, na esperança de olharem a bunda dela, e entrar com bola e tudo, sim falo do Caniggia, aquele que mais parecia a cruza do Axel Rose com o Mirandinha.
Ele, o Capitão Dunga, redimiu-se em 1994, naquela seleção retranqueira do Parreira, quando bateu um pênalti e levantou a taça (na pior de todas as copas que já assisti). Toda a nação pensou: Pronto! Agora ele sai com saldo zero.
Mas não, o maior discípulo de Sebastião Lazaroni estaria de volta, para comandar a seleção. Era demais para os 180 milhões de técnicos. Mas como brasileiro é um povo esperançoso, um voto de confiança foi dado.
Até agora, só papelão.
E domingo à noite, é contra o Chile. Uma batalha.
Sinto-me envergonhado em dizer isso.
Pois vejam vocês, há algum tempo atrás este post não seria necessário, pois a seleção patrolaria, esmagaria, delaceraria os chilenos, sem o menor esforço. E isto tem lá suas razões, pois quando eu era criança ao olhar o mapa, achava o Chile tão estreito que poderia atravessá-lo com meia dúzia de passos e que não tinha espaço para duas pessoas andarem lado a lado que uma delas cairia no Pacífico, muito menos para campos de futebol. E hoje, estou com medo da seleção de futebol do país do Pinochet.
Brasileiros, levantemos as mãos para o céu que o Ivan Zamorano não joga mais.
E como diria, e, infelizmente, ainda diz o Galvão Bueno: Haaaaaaaaaja Coração!!

01 setembro, 2008

Isso que é bom gosto!



-Ô vizinha...aqui vende desodorante Avanço??
Com essa frase, um “tiozinho” irrompeu farmácia adentro, gritando para a atendente que me atendia. Automaticamente lembrei-me do slogan do referido desodorante: “Com Avanço, (as moscas) elas avançam!”. Fiquei me perguntando se ainda existia isso. Também foi inevitável lembrar o desagradável odor, para não dizer "fedor", que era exalado por aquele spray. Franzi a testa e fiz aquela cara repuchada de nojo.
Ela continuou o que fazia, sem dar atenção ao homenzinho. Se bem que pela cara que ela olhou, deve ter pensado: "Vizinha" é a putaquetepariu, pois não moro do lado da tua casa!!
Assolado por um súbito acesso de curiosidade, olhei por cima do ombro a silhueta do apressado cliente que repetia a pergunta, dessa vez um pouco mais próximo. Até podia sentir as gotículas de saliva que saiam com as palavras proferidas e o bafo etílico.
Sendo uma sexta-feira, a noite caindo, imaginei que o cidadão ali, queria se perfumar para ir ao encontro de uma dama solitária necessitada de carinhos. Mas perfumar-se com Avanço?? Só faltava ter tomado banho com sabonete Phebo... Se é que a água tinha passado naquele corpo.
Mais uma vez foi ignorado pela moça do balcão.
Chegando ainda mais perto, ele tornou a repetir a frase, sendo interrompido pela atendente que finalizava seu atendimento comigo.
Não satisfeito, e tentando manter-se em pé, mandou a seguinte frase:
- Ô moça...se não tiver o Avanço, pode ser o Alma de Flores lavanda, viu?
Para não vomitar na cara dele, saí apressado da farmácia.


26 agosto, 2008

Direto do túnel do tempo

Os bem mais novos que me perdoem, mas o Super Mario Bros é inesquecível.

Matemos a saudade dos tempos bons: